segunda-feira, 21 de maio de 2001

Frenético Vazio

 A lágrima brilha no altar do rosto

Sabor do desgosto - temia agosto

e gosto do gosto

salgado de dor.


Brilho de amor e...ah!, tantas rimas!

"Pavor", "horror"

Quantas delas sabem as meninas.

Lindas, alegres - isso entristece.


Porque as pessoas percebem a força

mas na hora da queda

ninguém lá está.


E é bom se jogar sozinho

um certo suicídio num abismo uterino

em que se volta para dentro

em frenético vazio.



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